Existe uma atitude filantrópica ao falar sobre acessibilidade audiovisual, reduzindo-a a um gesto bonito: uma empresa "inclusiva", uma produção "sensível", um trabalho "consciente". Não é que essas narrativas estejam erradas, mas elas escondem o fato de que a acessibilidade audiovisual é, simplesmente, um dever legal e um direito de uma boa parte dos consumidores em potencial.